COMPRA E REGISTRO DE DOMÍNIO DE SITE – HOSPEDAGEM DE SITE – E-COMMERCE



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HOSPEDAGEM DE SITE

 




 

 

Pré-requisitos

Para acessar um site geralmente é necessário um domínio, alguns provedores disponibilizam um subdomínio gratuitamente, mas o ideal é registrar um domínio. Alguns provedores oferecem também o serviço de registro.

Limites

Os provedores de hospedagem delimitam três recursos principais para cada conta de hospedagem disponibilizada.

Um detalhe importante é que o limite de transferência e armazenamento é medido em Megabyte (MB) ou em Gigabyte (GB), sendo que em alguns provedores a quantia em GB é igual a 1000 MB (gigabyte) e não a 1024 MB (gigabyte), deve-se, portanto, verificar o contrato para saber qual a taxa correta.

Transferência mensal

A transferência mensal é medida em MB ou em GB. A transferência mede tanto a quantidade de dados transferido do servidor para os visitantes do site quanto dos visitantes para o servidor de hospedagem. Muitos provedores de hospedagem também contam na taxa de transferência o tráfego de e-mail (SMTP, POP3), FTP, entre outros protocolos. Deve-se observar o contrato para verificar o que é contado em cada caso.

Essa taxa é reiniciada no primeiro segundo de cada mês e geralmente os painéis de controle permitem obter um extrato de quanto está sendo utilizado para o mês corrente.

Armazenamento em disco

O armazenamento em disco é a quantidade de dados medida em MB que se pode armazenar no disco rígido do servidor. Alguns provedores contam todos os dados armazenados na área de FTP apenas, outros também contam o limite de banco de dados, e-mails e até logs de acesso. A resposta geralmente está no contrato do serviço.

Quantidade de domínios

O padrão de mercado é um domínio por conta de hospedagem, no entanto, alguns provedores disponibilizam mais de um domínio por conta. A disponibilização de mais de um domínio não significa que poderá ter dois ou mais sites em uma só conta, mas que dois ou mais domínios poderão responder para um mesmo site, um mesmo conteúdo.

Serviços essenciais

Um site tipicamente precisa:

um servidor para o protocolo HTTP, como o Apache ou o IIS

serviço de e-mail, com SMTP, POP3 e talvez IMAP

serviço de DNS para resolução de hostnames em IPs

serviço de publicação, provavelmente pelo protocolo FTP

estatísticas gráficas, que são softwares que processam os logs do servidor HTTP.

Publicação

Quem contrata a hospedagem de sites deve enviar seu site ao servidor. O envio do site se dá tipicamente através de FTP ou por uma interface web através da qual pode-se efetuar o upload de arquivos tal qual inserir anexos num webmail.

Outras formas de publicação: SSH e Front Page.

Linguagem de programação

Apesar de o padrão de um site na web ser a linguagem HTML, existem outras linguagens que podem pré-processar o HTML e modificá-lo de forma dinâmica.

As linguagens de programação mais comuns para web são PHP, ASP, plataforma ASP.NET, Perl, JSP, Ruby/Ruby on Rails, Python. Através destas linguagens o conteúdo do site pode ser armazenado em um banco de dados.

Bancos de dados

Os banco de dados mais comuns para web são MySQL, Access, PostgreSQL, SQL Server e Firebird. Os bancos de dados devem ser acessados através de uma linguagem de programação.

Serviço de e-mail

O serviço de e-mail é composto por um protocolo de recebimento e envio de e-mails entre servidores de e-mail, o protocolo SMTP e um protocolo de download de e-mails para os usuários, tal qual o POP3 e IMAP. A maioria dos provedores de hospedagem oferecem também uma página para leitura de e-mails através do navegador, ou seja, um Webmail.

Gerenciamento da área de hospedagem

O gerenciamento do serviço tipicamente ocorre através de um painel de controle, onde podem ser criados e-mails, alterar senhas e todas as tarefas administrativas necessárias. Existem vários tipos de painéis de controle, sendo os mais comuns o cPanel, o Plesk e o HELM. Alguns provedores de hospedagem, no entanto, possuem um painel de controle próprio.

Tipos de Hospedagem

Hospedagem pode ser divida em seis tipos genéricos: gratuita, partilhada, revenda, servidor virtual (VPS), dedicado e co-location.

Hospedagem Grátis: a maioria dos serviços gratuitos de hospedagem são extremamente limitados quando comparados à hospedagem paga. Geralmente estes serviços incluem banners e outros tipos de propaganda nos sites. Além disso, a maioria oferece somente envio de sites por uma interface web, o que não é tão eficiente quando o envio por FTP. Também, geralmente, o espaço em disco e o tráfego de dados é limitado. De qualquer forma, muitas pessoas iniciam seu site através da hospedagem gratis.

Hospedagem Compartilhada: dezenas a centenas de sites são hospedados num mesmo servidor o que garante o melhor custo-benefício. Hoje os sistemas são estáveis o suficiente para permitir um serviço de qualidade mesmo nessas condições. O uptime (tempo de serviço no ar) deve ser cerca de 99,5% do tempo, pois a administração de múltiplos sites num mesmo servidor requer manutenções mais constantes que um único site por servidor.

Revenda de Hospedagem: serviço oferecido para quem quer oferecer hospedagem de sites. O espaço em disco e tráfego nestes planos é superior a Hospedagem Compartilhada e pode-se colocar diversos sites.

Servidor Virtual (VPS): é uma tecnologia que torna um mesmo servidor capaz de rodar diversas plataformas diferentes, tornando capaz controlar melhor a hospedagem de seu site. É indicado para aplicações que precisam acesso total ao sistema operacional mas que não precisem de muita capacidade de processamento.

Hospedagem em Cloud: É a evolução do Servidor Virtual, pois permite a rápida migração para outro hardware caso apresente falhas. Por outro lado, é uma opção com custo inferior ao Servidor Dedicado mas com qualidade superior, pois o dedicado está sujeito a mais falhas. A vantagem em relação à hospedagem compartilhada é que não custa consideravelmente mais e ainda assim permite isolação de recursos e que um site aguente uma quantidade muito superior de visitas ao mesmo tempo.

Servidor Dedicado: é o serviço mais caro, porém, superior a Hospedagem Compartilhada e ao Servidor Virtual, pois pode-se controlar melhor o servidor. Além de contratar um servidor, é também necessário saber que se necessita gerenciá-lo, o que requer um profissional qualificado, principalmente para gerenciar a segurança do servidor contra crackers. O hardware é fornecido pelo data center.

Co-location: este serviço é semelhante ao Servidor Dedicado, porém o hardware não é fornecido pelo data center mas sim pelo próprio contrante.

Streaming: este serviço é oferecido para disponibilizar vídeos ou áudio online no formato 1 cliente → 1 servidor → N usuários.

 

FONTE.: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hospedagem_de_sites

 




 

 

E-COMMERCE ( COMÉRCIO ELETRÔNICO – LOJA VIRTUAL )

E-commerce é um tipo de transação comercial (com ou sem fins lucrativos) feita especialmente através de um equipamento eletrônico, como, por exemplo, computadores, tablets e smartphones. Com a crescente informatização das mais diversas atividades transforma a tecnologia da informação (TI) em uma área cada vez mais relevante economicamente. A expansão levou à especialização e, atualmente, é possível encontrar várias subáreas de TI dedicadas a tarefas específicas – e que demandam profissionais com conhecimentos igualmente aprofundados.

Seus fundamentos estão baseados em segurança, criptografia, moedas e pagamentos eletrônicos. Ele ainda envolve pesquisa, desenvolvimento, marketing, propaganda, negociação, vendas e suporte. É o segmento que cuida de todas as informações eletrônicas armazenadas por uma empresa. No caso de instituições financeiras, por exemplo, esses dados incluem nomes de clientes e até valores de transações monetárias efetuadas por grandes corporações.

O Comércio eletrônico compreende qualquer tipo de negócio/transação comercial que implica a transferência de informação através da internet. Existem diferentes tipos de negócio que se estabelecem por e-commerce, B2B(Business to Business) ou B2C (Business to Consumer) que se dirige diretamente ao consumidor, este último está em franco crescimento nas diversas áreas de negócio bens e serviços, com a proliferação também da oferta de criação de lojas on-line. A criação de uma loja on-line está a ser encarada pelas empresas não apenas como uma atualização, acompanhamento das novas tendências, mas também como uma área de negócio alternativa explorando as suas vantagens face aos métodos tradicionais.

Com o desenvolvimento da Internet, as empresas passaram a ver o ambiente digital como um terreno fértil com inúmeras oportunidades de exploração. Por ser um ambiente caracterizado pela agilidade, a Internet tem grande potencial de retorno sobre o investimento, devido a maior visibilidade do produto serviço. Porém, essa mesma visibilidade pode trazer maior número de críticas, aumentar o grau de insatisfação de clientes e até elevar os números de evasão. (TURCHI, 2012/REEDE E SCHULHO,2007)

Empresas que utilizam o comércio eletrônico como ferramenta precisam estar atentas às necessidades e expectativas dos clientes, com o tipo de comunicação que se faz, com as opiniões dos clientes, satisfeitos ou insatisfeitos, e mais ainda daqueles que nunca compraram da empresa, mas que a acompanham e falam dela. São eles os não-cliente. (KOTLER E KELLER, 2012)

Em marketing, o não-cliente, inativo como comprador, mas ativo como opinante, deve ser considerado pelas empresas que buscam atingir bons resultados, além da consolidação da imagem institucional. Ao desconsiderá-los, perde-se de vista que eles podem ter opiniões desfavoráveis sobre os produtos ou marca da empresa e podem disseminar estas opiniões nas redes sociais, ofertando diretamente a imagem da empresa perante os consumidores. (LIMEIRA,2007 / TORRES,2009)

Quem inicia uma loja on-line deverá ter em consideração aspectos básicos, mas determinantes para o sucesso do negócio, nomeadamente:[carece de fontes]

a definição clara do produto e/ou serviço e a sua disponibilidade imediata ou num prazo definido on-line, normalmente dirigido a um nicho bem definido;

atenção os aspectos logísticos do negócio, muito importantes em determinado tipo de bens;

as formas de pagamento disponíveis e os eventuais problemas de segurança que se colocam;

uma estratégia de webmarketing clara que permita conduzir tráfego qualificado para a loja.

 

FONTE.: https://pt.wikipedia.org/wiki/Comércio_eletrônico

 

 

E-COMMERCE 2.0

O comércio eletrônico brasileiro está em sua melhor época desde seus primeiros passos em meados dos anos 90. Segundo a edição semestral do Web Shoppers,[1] o faturamento foi de aproximadamente R$ 3,8 bi, o que representa um crescimento de 45% em relação aos resultado do semestre anterior. Analisando este fato, presume-se que o comércio eletrônico ainda terá um futuro muito promissor. Porém, ao contrário da década passada e do começo dessa década, cada vez mais as pessoas encontram-se dependentes e compenetrados na rede. Uma nova era já está surgindo, onde uma infinidade de aplicativos busca atingir a necessidade do atual mundo globalizado: a interatividade.

Em poucas palavras, a internet é interativa. A única mídia que possui o poder de passar uma mensagem e receber um mensagem em tempo real, onde a interação do usuário através de um blog, votação online, comentários sobre determinado produto ou mesmo participar de uma comunidade expressando a opinião sobre determinado fato já é um grande poder do usuário. E com essa mudança de conceito, o comércio eletrônico precisa se estruturar para atender essa nova necessidade.

Web 2.0

Uma analogia para ditar a 2ª “versão” de internet. Para ilustrar, a internet inicialmente foi vista como um espelho do mundo real. Se para colocar notícias na internet, bastava copiar as informações do jornal do dia. Para colocar produtos, bastava disponibilizar fotos e informações dos produtos. Basicamente, bastava digitalizar as informações do computador e disponibilizar na internet.

Nesta nova versão, o usuário passa a ter um papel muito mais ativo e presente dentro da internet. A plataforma da internet está se ajustando para tornar a experiência do usuário muito mais interativa: ele pode fazer o seu próprio blog de notícias, disponibilizar fotos em seu álbum digital, encontrar velhos amigos de escola no Orkut e Linkedin, fazer uma crítica a um produto no Wal Mart ou mesmo escrever e editar artigos no Wikipédia. A colaboração do usuário é o grande motor que move a internet.

Segundo Tim O’Reilly, a definição para Web 2.0 é:

“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva”

 

FONTE.: https://pt.wikipedia.org/wiki/E-commerce_2.0

 

 



 

 

 

 

 

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